Figura romântica que o cinema tornou eterna, Sissi,
a imperatriz Isabel da Áustria-Hungria, tinha tudo para ser feliz: uma beleza
deslumbrante, uma família que a amava e um casamento com o grande imperador Francisco
José.
A
realidade, no entanto era bem diferente. A imperatriz Isabel teve uma vida bem
trágica, refletida na obsessão com a sua imagem, tendo sido uma primeiras
figuras históricas diagnosticada com anorexia.
Nascida a 24 de dezembro de 1837 em
Munique, Isabel da Baviera foi imperatriz da Áustria. Casou-se com o Rei da
Hungria, Francisco I da Áustria, em 1854. Fruto deste casamento nasceram quatro
filhos, sendo que um deles acabaria por morrer ainda criança. A 8 de junho de 1867 juntamente com o marido,
Sissi foi coroada rainha da Hungria na sequência da assinatura
do compromisso austro-húngaro. A sua dificuldade de adaptação às rígidas
regras da corte de Viena e a sua preferência pela Hungria chocaram a
Áustria e isolaram cada vez mais Isabel da vida familiar e dos compromissos
oficiais, que procurou abandonar desde o seu casamento, por detestar o protocolo e
as obrigações impostas pelo título do marido. Isabel, com os problemas na Corte, tentou fugir através das viagens que realizava. Tornou-se uma personagem neurótica e angustiada, acentuada com a morte do filho, gastou fortunas em roupa e a sua figura tornou-se a sua principal preocupação. A imperatriz acabaria por morrer a 10 de setembro de 1898, com sessenta anos na Suiça.
Bibliografia
Maria Sousa, 9ºAno A

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